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Arquivado na categoria ‘Notícias’

FONTE: BLOG DO ANDERSON

A Câmara Municipal de Vitória da Conquista realizou na noite desta quinta-feira (3), a primeira sessão itinerante de 2012, no distrito de Iguá. A comunidade local lotou a Escola Municipal Erathósthenes Menezes para participar da sessão e apresentar suas principais demandas. O presidente da Casa, vereador Fernando Vasconcelos (PT), destacou a importância da aproximação entre as comunidades rurais e o Legislativo municipal. “É uma grande alegria realizar esta sessão itinerante, possibilitando a participação dos moradores, numa aproximação com a comunidade”, declarou.

Na sessão, a população teve a oportunidade de apresentar suas principais reivindicações. Ana Maria, moradora do Iguá, cobrou mais investimentos em segurança pública e em transporte coletivo. “Não tempos policiamento na região, o que deixa as pessoas com medo. O transporte é insuficiente. Já pedimos uma solução, porém ainda não fomos atendidos”, disse.

Presidenta Dilma Rousseff durante cerimônia de outorga de título de Doutor Honoris Causa das universidades públicas fluminenses ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva elogiou hoje (4), durante cerimônia em que recebeu o título de Doutor Honoris Causa das universidades públicas fluminenses, as políticas educacionais do governo, com destaque para o programa Ciência sem Fronteiras, que vai oferecer, até 2014, 101 mil bolsas para que estudantes de graduação e pós-graduação e pesquisadores possam aprimorar seus conhecimentos nas melhores universidades do mundo.

“A presidenta Dilma Rousseff, com o extraordinário programa Ciência sem Fronteiras, também criou mais de cem mil bolsas de estudo para que os jovens brasileiros possam se aperfeiçoar no exterior”, disse o ex-presidente.

Ao lado da presidenta Dilma Rousseff, Lula disse estar honrado por receber o título de Doutor Honoris Causa das universidades públicas do Rio.

“É com muita honra que recebo o título de Doutor Honoris Causa das cinco universidades públicas do Rio de Janeiro. E a minha honra é maior ainda por recebê-los conjuntamente em uma única solenidade e com a presença da nossa querida presidenta Dilma Rousseff, tão gratificante para mim e para todos nós que estamos aqui”.

Depois do terremoto que atingiu o país em 2011 e provocou danos na usina nuclear de Daichi, em Fukushima, nenhum reator desligado para manutenção foi ligado novamente

Uma densa cortina de fumaça – idêntica a de um incêndio – formou-se no local

Operadora da central de Tomari (norte), a Hokkaido Electric Power, interromperá as atividades do último reator ativo no Japão às 23h locais (11h de Brasília)

Pesquisa ouviu mais de dois mil entrevistados com 16 anos ou mais. O índice de pessoas preocupadas com o assunto passou de 80%, em 2010, para 94%, em 2011

Vários representantes dos governos do mundo, o setor privado e a sociedade civil estão há semanas negociando o documento final que deve sair da cúpula

Militante fervoroso em prol dos Direitos Humanos e do Meio Ambiente, o teólogo e escritor, Leonardo Boff, trouxe ao Festival da Juventude um alerta sobre os perigos que ameaçam o planeta Terra. Ao falar para o público, que o aplaudiu na conferência de abertura do evento, no Centro de Convenções Divaldo Franco, Boff enfatizou os males que os próprios seres humanos causam ao planeta e as consequências que já são sentidas por conta disso.

Após exibir o vídeo “A Carta da Terra”, uma produção internacional que convida o expectador a uma reflexão sobre as ações que devem ser realizadas em caráter de urgência para que o planeta possa se recuperar, ele conversou com a plateia a respeito do assunto de forma franca e aberta. “Temos a consciência de que a humanidade e a Terra, assim como estão, não podem continuar. Ou mudamos, ou vamos ao encontro da escuridão. O aquecimento global está aí, a escassez de recursos está cada vez maior. A água, que é o recurso mais importante, será o grande problema da humanidade”, observou.

Sem temer ser chamado de “alarmista”, Boff afirmou que qualquer expectativa de mudança só pode ser encontrada nos jovens. “Nós queremos um mundo onde o centro não seja o consumo e o produto material. O centro deve ser a vida, a humanidade, o planeta Terra”, explicou. “O jovem precisa sonhar nessa direção, porque é nela que se encontra a solução para os nossos problemas”.

ESPERANÇA – O escritor aprovou a realização do Festival da Juventude pela Prefeitura de Vitória da Conquista, ressaltando que tal iniciativa é válida por convocar a juventude para a luta em prol do planeta: “A nossa geração já é óleo queimado, e a esperança está nos jovens. Se nós não conquistarmos os jovens para essas causas novas, estamos perdidos. Porque não estamos indo ao encontro do aquecimento: estamos dentro dele”. LEIA MAIS »

O Dia das Mães vai aquecer o comércio de Conquista. Esta é uma das datas comemorativas mais importantes para o varejo, e bastante aguardada pelos lojistas.

Segundo dados da CDL, a expectativa é que as vendas no comércio de Conquista tenham um aumento de 3 a 5%  em comparação ao mesmo período do ano passado.

Os lojistas pretendem comercializar principalmente eletrodomésticos, artigos de vestuário, calçados, perfumaria, assessórios e cosméticos. E para que o consumidor disponha de mais tempo para fazer as compras, no sábado, 12 de maio, véspera do dia das mães, o horário de funcionamento do comércio será estendido até as 16 horas.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou hoje (3), no Palácio do Planalto, mudanças no rendimento das cadernetas de poupança. Segundo ele, os depósitos feitos até hoje permanecem com as mesmas regras, com remuneração de 0,5% ao mês mais TR. Para os depósitos feitos a partir desta sexta-feira (4), Mantega afirmou que, se a taxa Selic for igual ou superior a 8,5% ao ano, a remuneração da poupança será de 70% da Selic mais TR. Hoje, a taxa de juros é de 9% ao ano.

O ministro afirmou que os novos depósitos continuarão a desfrutar de segurança, rentabilidade mensal, liquidez e isenção de imposto de renda. Uma medida provisória com as mudanças na poupança será publicada ainda hoje em edição extra do Diário Oficial da União.

“Mesmo com essa pequena mudança para as novas cadernetas, a caderneta de poupança continuará sendo a melhor opção de poupança para a maioria da população brasileira (…) Mesmo com as mudanças, as condições da poupança continuam atraentes”.

Segundo Mantega, a regra atual de rendimento da poupança funciona como um obstáculo para a queda das taxas de juros. O ministro explicou que, sem as mudanças na remuneração da poupança, haveria forte migração de grandes investidores para a poupança com a redução dos juros.

“Hoje, a caderneta de poupança é um instrumento para pequenos e médios poupadores. A maioria dos poupadores são pequenos e médios e nós estaríamos tendo um grande afluxo de grandes poupadores querendo ir para a poupança. Nós teríamos uma invasão da poupança pelos grandes investidores que hoje estão em outros títulos”, disse Mantega.

Presidenta Dilma Rousseff durante cerimônia de posse do ministro do Trabalho e Emprego, Brizola Neto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje (3) que o Brasil vive uma era de formalização, e não de precarização do emprego. Ao empossar o novo ministro do Trabalho, Brizola Neto, a presidenta disse que o Brasil está na contramão da tendência de desemprego e precarização da legislação trabalhista vivida pelos países desenvolvidos por causa da crise econômica.

“Nós navegamos na contramão dessa tendência e desse quadro sombrio (…) O Brasil vive uma era de formalização do emprego e não de precarização. Ficou no passado aquela triste época em que milhões de brasileiros precisavam fazer bico para sobreviver. Uma situação de mais emprego, mais trabalhadores protegidos e com bons salários é a situação que nós vivemos hoje e perseguimos sistematicamente”.

De acordo com a presidenta, o Brasil tem três grandes problemas a solucionar. Segundo ela, o país necessita de taxas de juros compatíveis com aquelas praticadas no mercado internacional e de impostos mais baixos para assegurar a produtividade de seus produtos. Outro problema apontado por Dilma é a valorização do real causada por políticas monetárias expansionistas.

Dilma afirmou ainda que o Brasil mudou a forma de conceber o desenvolvimento, que hoje leva em conta a inclusão social. Ao ser empossado, Brizola Neto afirmou que o desenvolvimento sem justiça social é uma impossibilidade.

“Não temos apenas um ciclo de progresso econômico, mas experimentamos um avanço social que incorporou mais de 40 milhões de brasileiros à vida moderna, onde a conquista do consumo e de níveis básicos de conforto e sobretudo do desejo de continuar progredindo torna nosso país uma nação com um momento muito especial”, disse o novo ministro.

A incerteza não determina necessariamente a ausência dele, mas aponta que algo precisa ser esclarecido

Não sei se tive um orgasmo, como ter certeza? O orgasmo é igual para todas as mulheres? Quem questiona nunca teve um? Será que eu tive um orgasmo? Será que eu tenho orgasmos?

FÁTIMA PROTTI: Cara leitora, o orgasmo é uma resposta sexual vinculada a processos cognitivos e emocionais, o que faz dele uma experiência pessoal. A intensidade orgástica varia de acordo com vários fatores. A qualidade da transa, os estímulos, o parceiro, o estado psicológico e a condição emocional interferem. Além disso, cada mulher sentirá o orgasmo do seu jeito. LEIA MAIS »

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Consultora sentimental do programa “Eliana” fala ao Delas sobre as brigas
e os desentendimentos mais comuns nos casamentos

“Em briga de marido e mulher ninguém mete a colher”. O ditado popular é contrariado pela psicóloga e terapeuta sexual Ana Canosa, um tipo de Supernanny dos casados.

Titular do quadro “Família Pede Socorro”, que estreou no programa “Eliana” (SBT), no último dia 15, ela não só interfere, como também soluciona conflitos conjugais. Aliás, a especialista diz que as divergências entre os casais estão geralmente baseadas na ideia equivocada de felicidade contínua.

“Os casais precisam entender que a felicidade é transitória, e não uma constante nas relações”, alerta Ana. Isso não quer dizer que ser infeliz ao lado de alguém é normal e aceitável, mas aprender a lidar com altos e baixos – de alegria, de tesão e de cumplicidade – é requisito básico para quem sonha em subir ao altar.

Logo na estreia de seu quadro na televisão, Ana teve um conflito complicado para resolver. De um lado, havia um marido furioso com as interferências da sogra em seu casamento. Do outro, uma mulher magoada com as traições do companheiro. Para solucionar o drama conjugal, a conciliadora fez um tratamento de choque. A dupla em crise foi obrigada a vivenciar uma suposta audiência de separação num “tribunal”, que foi montado no estúdio do programa. Na frente de um juiz, interpretado por um ator, eles acabaram percebendo que a relação merecia mais uma chance, agora sem brigas. 

Mas de acordo com a conciliadora, os casais estão cada vez menos dispostos a dar essa segunda chance quando um casamento entra em crise. “As pessoas estão muito autônomas e se acham autossuficientes, investem menos na relação em longo prazo, desistem logo”, ressalta.

Por que os casais brigam tanto?
Os motivos que levam marido e mulher a brigar são diferentes, segundo Ana. Elas ficam totalmente desestimuladas quando seus pares não ajudam nas tarefas domésticas ou na educação dos filhos. Essa não divisão de tarefas é interpretada como pouco amor e falta de consideração. “Muitas reclamam também da falta de intimidade, e não estamos falando de sexo, mas de conversar sobre os mais variados assuntos”, explica. 

Nas queixas deles, a falta de intimidade se refere mesmo à falta de sexo. Os maridos reclamam ainda que têm menos relações sexuais do que gostariam e que o desejo sexual feminino é geralmente baixo, muito diferente da época de namoro. Como era de se esperar, a insatisfação combinada dos dois lados gera infelicidade e muitas brigas. 

Casamento sem sexo
Por vários motivos a frequência sexual dos casais costuma diminuir com o tempo, sem que isso signifique necessariamente falta de amor entre os parceiros. “O amor é um sentimento que nasce na relação com o outro, que visa o bem-estar, o bem-querer. Já o sexo é uma energia curiosa e criativa, que nasce no próprio sujeito, independe do outro”, esclarece Ana.

Para homens e mulheres, a conquista é uma fase extremamente estimulante do jogo sensual, e obviamente, depois de alguns anos de convivência, a segurança elimina qualquer possibilidade de sentir “frio na barriga”. Vale a pena abrir mão do casamento para viver outras emoções? Casamentos mais liberais resolvem este problema? Investir em recursos para reacender o interesse mútuo é uma saída? Tudo isso deve ser discutido caso a caso, não existe uma fórmula única para todos os casais. Pior é ignorar.

Crise dos sete anos antecipada
A já citada falta de paciência dos casais com os conflitos tem antecipado a conhecida “crise dos sete anos”. Com tantos compromissos e estresse da vida moderna, lidar com mais um problema é a última coisa que qualquer pessoa deseja ao chegar em casa. Ana conta que hoje vários casamentos acabam muito antes deste tempo – a crise dos sete anos deveria sinalizar o primeiro grande conflito a ser superado, e não o ponto final. A expert até lista os principais detonadores das brigas. Em ordem aleatória, são eles: a divisão de tarefas, as questões financeiras, a falta de comunicação, a discordância com a educação dos filhos e os problemas com a família do outro. 

Dentre os problemas familiares, se destacam os conflitos com a sogra. Mas quanto a isso, a conciliadora tem uma opinião bem clara. “A sogra só destrói o casamento se o filho (ou a filha) permitir. O filho deve ser o primeiro a colocar limites na própria mãe, e depois a esposa também precisa agir”, avisa. 

Com relação aos filhos, a falta de estrutura psicológica de muitos casais é percebida de forma mais clara com a chegada deles. E o que era para ser motivo de alegria acaba provocando crises consecutivas. “Ter filho dentro do casamento é um projeto que deve ser dos dois, um desejo do marido e da mulher”, lembra a conciliadora. “Eles devem estar dispostos a abrir mão de um modo de viver por outro. Quando o filho é um projeto individual, a estrutura familiar tende a ser abalada”, completa Ana. O projeto de aumentar a família também não deve acontecer por uma motivação errada, como a ideia de ‘salvar a relação’. “É um erro gravíssimo”, adverte. 

Final Feliz 
Entre as três causas apontadas por Ana como principais motivadoras da separação, só a violência parece ser incontornável. As outras duas – a infidelidade e a sensação de não ser amado – podem ser resolvidas se o casal estiver disposto a recuperar o casamento. “Se eles desejarem-se como parceiros e enfrentarem os problemas juntos, bem como desfrutarem das conquistas e dos prazeres, a somatória pode desencadear um belo ‘final feliz’”.

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Estudo afirma existência do ponto G; comunidade científica contesta validade da pesquisa publicada no Journal of Sexual Medicine.

A existência do ponto G é bastante controversa. Desde que foi descrito pela primeira vez, em 1950, sua descoberta é anunciada e negada por médicos e cientistas constantemente. O mais recente anúncio sobre o assunto vem dos EUA. O ginecologista Adam Ostrzenski, diretor do Instituto de Ginecologia de São Petersburgo, nos EUA, afirma ter encontrado o ponto G após sete horas de dissecção. Seu estudo foi publicado na mais recente edição do Journal of Sexual Medicine.

Mas diversos especialistas duvidam da afirmação de Ostrzenski, alegando que seu estudo é rico em especulações e tem potencial para conquistar manchetes na imprensa, mas é pobre em pesquisa científica comprovada.

 
Ostrzenski diz ter encontrado o ponto G em uma dissecção vaginal feita camada por camada no cadáver de uma mulher de 83 anos de idade, que morreu em decorrência de um traumatismo craniano.
 
Parte da controvérsia sobre a existência ou não do tal ponto é que, diferentemente do clitóris, o ponto G nunca foi visto ou sentido como uma estrutura distinta no corpo da mulher. Embora muitas mulheres afirmem sentir um prazer intenso quando têm a parte frontal da vagina estimulada, nunca se pôde descrever a localização exata ou o tamanho e aparência do ponto G.
 
Ostrzenski afirma que a estrutura descoberta no estudo tem três partes distintas, e aparência azulada, semelhante a uma uva. Ele pretende realizar investigações como esta em corpos de mulheres de diversas idades, para tentar reproduzir a descoberta que foi feita no cadáver da mulher de 83 anos. Se encontrarem a estrutura, ele acredita que sua descoberta “poderá mudar absolutamente a visão de como o orgasmo acontece; vai mudar a compreensão do sexo, e poderá ajudar no tratamento dos problemas sexuais”.
 
Mas o estudo de Ostrzenski tem recebido críticas. Barry Komisaruk, neurocientista comportamental, professor do departamento de psicologia e reitor da Rutgers University, em co-autoria com Beverly Whipple, também da Rutgers, e Emmanuele Jannini, da Universidade italiana de Áquila, disseram em comentário enviado ao Journal of Sexual Medicine que o autor do estudo chegou a conclusões a partir de uma única amostra de tecido, sem realizar testes científicos adequados. Em vez de ter encontrado o ponto G, Ostrzenski pode ter encontrado o sintoma de uma doença, como um tumor.
 
Os pesquisadores dizem também que “faltaram análises microscópicas para determinar se o tecido é glandular ou erétil, se o vaso que foi encontrado é um vaso sanguíneo ou um duto secretor, se tem enervação e se é um tecido normal ou com alguma doença”.
“Acreditamos que a alegação do autor, de ter descoberto o ponto G, não cumpre critérios científicos fundamentais”, escreveram ao Journal of Sexual Medicine.
 
Os pesquisadores dizem que, para o estudo ser levado a sério, deveria ter “análises microscópicas e químicas de dissecções de mulheres de várias idades. E não apenas dissecções de cadáveres, mas observações desta região do corpo ainda em vida, utilizando exames de imagem modernos e outros métodos”.
 
Ostrzenski diz que ele só pode especular o motivo pelo qual ninguém fez esta descoberta antes dele. “A localização do ponto G é muito profunda, e talvez seja esta a razão”, diz. “Outro possível motivo é que a vagina tem camadas separadas, e normalmente as cirurgias são feitas apenas na camada superior”.
 
Além de seu próprio estudo, Ostrzenski diz que descobertas genéticas, estudos da atividade elétrica vaginal e séculos de descrições feitas por mulheres confirmam a existência do ponto G. 

 

Na tarde dessa quarta-feira, 25, a equipe da Secretaria  Municipal de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer se reuniu com representantes de academias e de diversos segmentos esportivos de Vitória da Conquista. Durante a reunião, foram discutidas propostas de intervenções urbanas que conscientizem a população e possam promover a prática de esportes.

O secretário de Cultura, Gildelson Felício, explica que as intervenções urbanas fazem parte de um projeto de conscientização da população para inserir o esporte e os hábitos saudáveis ao cotidiano das pessoas.  “Queremos inserir essa cultura saudável na vida da população, queremos que o cidadão participe dessesmomentos de interação e que leve um amigo, um familiar, para que isso se torne rotineiro”.

O professor de Educação Física, Juarez Júnior, falou sobre a importância de políticas voltadas para o esporte. “Essas ações públicas pretendidas pelo Governo Municipal têm grande importância, porque criam a possibilidade da equidade de oportunidades.

As pessoas que não podem frequentar academias ou instituições que ofereçam atividades físicas orientadas poderão a partir desses projetos participar, sendo orientadas por profissionais, descobrindo a importância dos hábitos saudáveis”.

Profissional de voleibol, Sérgio Medeiros Neto, que possui um extenso currículo de títulos neste esporte, avalia a iniciativa e acredita que o incentivo do esporte às crianças é fundamental. “A elaboração de um evento assim, no qual as pessoas possam praticar esportes independente da modalidade, é muito importante. Além disso, é preciso envolver a criançada no esporte e fazer alguma coisa por elas, para que possamos preservar a infância”.

FONTE: RESENHA GERAL

Moradores da Rua Casemiro Cardoso, no Bairro Flamengo, em Vitória da Conquista, estão na bronca com a Embasa.

Segundo a população, a empresa fez o serviço há três meses, mas não terminaram a iniciativa, deixando o entulho utilizado na referida artéria.

Quando chove, a lama toma conta, e nesse período de estiagem a poeira incomoda os moradores.

 

Presidenta Dilma Rousseff posa para foto com trabalhadoras durante visita ao Superporto de Açu. Foto: Roberto Stuckert Filho

A presidenta Dilma Rousseff defendeu hoje (26), no Rio de Janeiro, a parceria produtiva entre empresas públicas e privadas na exploração de riquezas, como o petróleo, e no desenvolvimento de tecnologias. Ao participar da cerimônia de celebração do início da produção de petróleo pela OGX, no Superporto de Açu, ela ressaltou que a empresa tem contribuições a dar tanto na produção de petróleo offshore no Brasil, quanto na atração de tecnologias de última geração para o país.

“Acredito que não há, não pode haver concorrência, no nosso espírito, entre duas grandes empresas, como é o caso da Petrobras e da OGX. Ambas se situam em patamares diversos, agora, ambas podem ganhar muito com uma parceria entre elas.”

Dilma acrescentou que o Brasil vive um momento “promissor” e está aberto a receber investimentos de empresas privadas.

“Estou certa que, sem sombra de dúvida, a Petrobras já provou isso ao abrir os caminhos do pré-sal, nós temos, hoje, a possibilidade, pela quantidade de recursos que nós temos nessa área, de contar com a participação tanto da OGX como de empresas privadas internacionais. Obviamente, nós sabemos o que a Petrobras representa para o Brasil. Obviamente nós sabemos, como nós sabemos o que a Vale representa hoje para o Brasil. E sabemos também que outras empresas, na área de mineração vão atuar nesse cenário extremamente promissor para o nosso país.”

Ainda no discurso, a presidenta ressaltou que, além dos desafios logísticos, o Brasil tem o desafio de superar a pobreza e oferecer educação de qualidade aos jovens.

“O país tem um desafio que é buscar a formação dos seus jovens, a formação dos brasileiros e brasileiras no sentido que nós sabemos que o século XXI é o século do conhecimento. Tem que incorporar ciência e tecnologia. Sem inovar a nossa área industrial, os nossos serviços, a extração e produção das nossas commodities, nós não seremos o que poderíamos ser”, disse.

Presidenta Dilma Rousseff durante cerimônia de comemoração de 1,5 milhão de beneficiados pelo Plano Brasil sem Miséria. Foto: Roberto Stuckert Filho

A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje (26) que o Brasil está compartilhando o crescimento econômico com toda a sociedade. Ao participar, no Rio de Janeiro, da cerimônia de comemoração de 1,5 milhão de beneficiados pela integração dos programas de transferência de renda do governo federal, do estado e do município, Dilma comentou declaração do prêmio Nobel de Economia Amartya Sen sobre o desenvolvimento brasileiro nos últimos anos.

“Ainda nesta semana, o prêmio Nobel de Economia, o indiano Amartya Sen afirmou algo que deve nos orgulhar, que deve trazer para nós uma consciência de muito orgulho, que a nova posição do Brasil no cenário global se deve ao reconhecimento da complementariedade entre crescimento rápido e política de justiça social. Ao afirmar isso, ele consegue sintetizar essa relação entre política interna e reconhecimento internacional”.

Segundo Dilma, Amartya Sen, um dos criadores do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), conseguiu sintetizar o modelo do crescimento econômico do Brasil.

“Por isso, quando ele diz que o Brasil encontrou uma maneira de fazer com que o crescimento fosse compartilhado amplamente pela populacão, eu também acho que esse indiano, que é o Amartya Sen, ele sintetiza o que nós fazemos, nós estamos compartilhando o crescimento, é isso que caracteriza o nosso crescimento, é um crescimento hoje compartilhado”, afirmou a presidenta.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, com a integração dos programas de transferência de renda do governo federal, do estado e do município, 1,5 milhão de pessoas saíram da situação de pobreza extrema no Rio de Janeiro. Para o pagamento dos benefícios do programa Bolsa Família, o governo federal deve repassar R$ 1 bilhão para o estado em 2012. Já o Renda Melhor, segundo o governo do Rio de Janeiro, garante um complemento ao Bolsa Família. O valor é calculado a partir das informações do Cadastro Único, considerando, além da renda declarada, as condições de moradia, e saneamento, e o grau de escolaridade de cada família.

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