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Arquivado na categoria ‘Artigos’

Por Saul Quadros/Presidente da OAB – Bahia

Talvez seja difícil determinar quem foi o autor da frase: “ou o Brasil acaba com a saúva ou a saúva acaba com o Brasil”.

A saúva tanto corta folhas em árvores gigantescas, como arbustos, ervas e gramas. Quando ela ataca, sabe ser tremendamente eficiente.

Ela tem, também, uma fantástica capacidade de reprodução. Uma colônia de formigas cortadeiras, a não ser que seja exterminada pelo homem, tem longevidade indefinida, enfraquece, mas se recupera. A saúva já não tem inimigos naturais. O tamanduá está em extinção e os tatus não vão muito atrás.

A formiga prefere plantas enfraquecidas. O mal do Brasil deixou de ser a saúva dos tempos do Jeca Tatu, de Monteiro Lobato, para se revelar nos furtos à fazenda pública, permitidos pelo desgoverno e pela cumplicidade dos gestores governamentais. LEIA MAIS »

Vencida a primeira quinzena de 2012 vamos tentar fazer uma faxina em nosso coração, jogando fora tudo que nos faça mal, tudo de mal que fizeram e que, porventura, também possa ter feito. Todas as memórias registradas no HD chamado coração, muitas vezes seletivas e contaminadas. A Bíblia nos consola e fortalece apontando o maior dos anticorpos: a fé, o amor e a caridade.

Portanto, agradecer a Deus pela imensa gama de oportunidades que nos proporcionou em 2011: as dificuldades, os tropeços que nos fazem refletir e aprender e, o melhor de tudo, poder exercer dignamente uma das maiores profissões: Ser Professor. Agradecer pela oportunidade de conhecer e conviver com novos professores e funcionários (em início de carreira ou de amizade); pelo(a)s aluno(a)s futuros professores, que a cada semestre compõem as turmas dos cursos de história, matemática, física, geografia, biologia, pedagogia, letras etc; pela luta constante dos Conselheiros Tutelares, dos Direitos da Criança e do Adolescente, equipes de CRAS, CREAS e Escola de Conselhos.

São eles que nos valorizam e chamam nossa atenção, estamos envelhecendo, ficando idosos ou mesmo nos rejuvenescem levando em consideração nossos conhecimentos, sabedorias, experiências de vida e de fé.

Num país que está envelhecendo e que ainda não aprendeu a respeitar as crianças e idosos, trago algumas orientações atribuídas ao médico Arnaldo Lichtenstein, clínico geral do Hospital das Clínicas referente a principal causa da confusão mental no idoso. LEIA MAIS »

Em junho de 2010 encerrou-se o Ano Sacerdotal e comemoramos os 150 anos da morte do padroeiro dos párocos, São João Batista Maria Vianney, conhecido como Cura D’Ars, que viveu na França entre 1786 e 1859, pároco exemplar que se destacou por seu zelo pastoral e santidade de vida.

O sacerdote é designado como (Padre = Pai), deve ser o homem da Palavra e da Oração, da Eucaristia: o homem de Deus. Na Igreja o sacerdote, tem uma função eclesial, colaborador do Bispo, exercendo a função do pastor, aquele que cuida, nutre e serve, a exemplo de Jesus Cristo que “amou a Igreja e se entregou por ela” (Ef 5, 25).
Na história do Brasil e de todas as suas cidades, das pequenas no interior, nos vilarejos e nas capitais, está a presença dos padres. Seu papel relevante está registrado nas Santas Casas, orfanatos, escolas, entidades de atendimento ao povo marginalizado e abandonado e muitos que deram suas vidas para garantir a presença de Deus e a dignidade dos povos. Alguns foram assassinados. LEIA MAIS »

É com indignação, perplexidade, constrangimento e desaprovação que constatamos o despreparo do Exército Brasileiro. Com o discurso de prestar serviço à comunidade, suas tropas, ocupam e colocam em estado de sitio a cidade de Floresta-PE, privando as pessoas da liberdade de ir e vir, entre eles, alunos da pós-graduação.

A teatralização através da ocupação, da filmagem de movimentos de “desordem” realizadas por alguns jovens queimando pneus com palavras de ordem como “queremos paz, somos da paz”, revelam o desrespeito. No centro de formação, durante a noite soldados colocam colchões nos corredores perfilam de cuecas no mesmo corredor onde alunas estavam hospedadas, caracterizando oficialmente atentando ao pudor e assédio moral por parte dos militares, levando muitas alunas a praticamente não dormirem a noite em função da “segurança ou vigilância armada”.

Constrangidos e violentados nos direitos básicos, professore(a)s das Universidades: Federal Fluminense – UFF/RJ, Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB, do Vale do Rio dos Sinos UNISINOS–RS, e do Mackenzie de SP. Todos participando do curso de especialização com o objetivo de construir uma cultura de paz, onde a ética, o respeito, a tolerância, a cooperação, o diálogo, o empenho solidário em ações sustentáveis possam contribuir para diminuir a violência estrutural e simbólica que assola esta região. LEIA MAIS »

Mario Quintana

O meu amor, o meu amor, Maria
É como um fio telegráfico da estrada
Aonde vêm pousar as andorinhas…
De vez em quando chega uma
E canta
(Não sei se as andorinhas cantam, mas vá lá!)
Canta e vai-se embora
Outra, nem isso,
Mal chega, vai-se embora.
A última que passou
Limitou-se a fazer cocô
No meu pobre fio de vida!
No entanto, Maria, o meu amor é sempre o mesmo:
As andorinhas é que mudam.

Júlio César Cardoso*

Inequivocamente, observa-se que o combate à pobreza no Brasil é tratado com viés de propaganda política, como se não fosse uma obrigação dos governos.

Está na Constituição Federal (Art. 23-X) que é competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios combater as causas da pobreza e os fatores da marginalização, promovendo a integração social dos setores desfavorecidos.

De alguma forma todos os governos anteriores contribuíram com programas de enfrentamento da desigualdade social. Não foi o governo petista que descobriu a fórmula mágica para amenizar a desigualdade social, ma sim o processamento de uma série de programas anteriores que o governo encontrou, que permitiu que ele chegasse ao Bolsa Família, o qual tem sido o principal veículo de propagando governamental. LEIA MAIS »

Os números fornecidos pelo INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira), orgão do Ministério da Educação, sobre as péssimas condições do ensino básico em Vitória da Conquista causou surpresa e indignação na população da cidade. O fato é que a cidade que vinha se destacando nacionalmente pelo crescimento econômico apresenta uma falha grave em seu funcionamento: como é que uma cidade que cresce entre as 10 mais do país consegue ter a pior educação básica do Brasil? A questão extrapola o conceito de paradoxo.

O crescimento econômico de Vitória da Conquista é fruto do esforço conjunto da iniciativa privada. A eficiência gerencial de empresários, comerciantes, produtores rurais, industriais, comerciários e suas entidades de classe que, com uma visão estritamente profissional, transformaram a cidade num dos mais atraentes pólos de investimentos do Brasil. Enquanto isso, a Prefeitura pegava carona nesse sucesso através de outdoors e o PT nas campanhas eleitorais dos deputados Waldenor e José Raimundo. Mesmo o PT arrochando a cidade através altos impostos como IPTU, ISS e o draconiano ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza), além de inviabilizar e travar negócios por sua incompetência em resolver a questão do aeroporto.

A reação no meio educacional sobre o péssimo desempenho das escolas municipais não foi de surpresa. Já era sabido que mais cedo ou mais tarde o modelo de gestão educacional da prefeitura seria colocado em xeque. Professores mal remunerados, estudantes desmotivados, funcionários sem estrutura para trabalhar e até escolas desabando eram sinais claros da incompetência dos gestores públicos municipais. O que eles não esperavam é que sua incompetência fosse “premiada” pelo Governo Federal. A repercussão foi nacional e manchou o nome da cidade. Pior que isso é essa geração de estudantes mal preparados que vai pagar caríssimo no futuro pelo descomprometimento dos seus atuais gestores municipais.

A tentativa de privatização do Hospital Esaú Matos é um indicador claro de que a Prefeitura não consegue mais gerenciar a saúde do município. Agora a Prefeitura é reprovada pelo Ministério da Educação, mais um atestado de incapacidade. Com isso sofre a população que precisa do serviço público e não o tem. E não o tem porque o objetivo dos que estão à frente do poder não é servir ao povo, o objetivo deles é se manter no poder.

DELFIM NETO

A anguzada, como dizia meu avô, da última semana no mercado cambial teve aspectos cômicos. Alguns “especialistas” recusaram-se a ouvir o dr. Tombini sobre a possibilidade de movimentos cambiais insuspeitados. Continuaram a defender, como paradigma para medir as “distorções” de nossa pobre e ignorante política cambial, a absoluta liberdade do movimento de capitais e o sagrado regime de flutuação imaculada e desinibida da taxa de câmbio. LEIA MAIS »

AUTOR: DEOCLECIANO FILHO

O Prefeito Municipal de Vitoria da conquista  vive em outro mundo, que não tem nada a ver com a cidade de Vitoria da conquista  . A saúde, por exemplo, é um caos total, mas o Prefeito acha que está tudo bem, que o Governo Municipal avançou muito no setor, mas quando alguém do Governo precisa de atendimento, corre para o VITA.

A Educação é um fiasco total, mas o Governo as crianças passa de ano sem saber quase nada E quando a gente achava que não havia mais nada para o Governo inventar, agora ele publica uma pesquisa, feita pela HojeInData, daqui de conquista, em que o Governo aparece com 65,71% de aprovação. Segundo a “famosa pesquisa”, Realizada com uma amostra de 2.056 entrevistas, correspondentes a 1% do eleitorado, abrangeu 22 bairros da zona urbana e todos os distritos rurais.

O Governo entendeu que os que consideram a Administração apenas regular, aprovam o Governo, o que não é verdade, o que faz com que o Prefeito Menezes fique a apenas 16,29% da aprovação do Presidente Lula quando meado do ano passado.

Vamos comparar os resultados das duas administrações? O Prefeito Menezes não conseguiu que seus candidato a deputados ficaram entre os mais votados da cidade apoiado por ele, na cidade de Vitoria da conquista Onde estão os 65,71% de aprovação popular? O Presidente Lula, que tinha 82% de aprovação,quando elegeu a sua candidata a Presidente da República, uma candidata que ninguém dava nada por ela e que estava fadada a ser derrotada, talvez no primeiro turno. O Prefeito não conseguiu sequer dar a vitória a Dilma, no primeiro turno ficando 2640 votos atrás do candidato Jose Serra, na cidade, e pra piora no segundo turno mesmo com o empenho de todo governo municipal, estadual e ate mesmo governo federal ,  a votação teve uma diferença  17.493 votos para o candidato da oposição .

Quando o prefeito estava falando no palanque da então candidata Dilma foi vaiado,

Isto porque ele 11 meses depois está com mais de 65% de aprovação popular! É ou não é uma piada!

Segundo a reportagem dos blogs sobre a pesquisa, “há locais em que os índices atingiram quase unanimidade”,. Para publicar esta pesquisa é preciso ter muita coragem, porque ninguém acredita nisso, nem mesmo os blogs. Mas os absurdos não param por aí. Como e que um prefeito de uma cidade que mais 200 mil eleitores o prefeito usando a maquina não consegui dar seus candidato mais de  4,42% pra o seu Estadual  e 5,56 pro seu Federal  o que dizer mais de 92 % do seu 65,71%  não tomou conhecimento, e os que não tiveram  o apoio do Prefeito teve mais 94% dos votos. É mole ou quer mais? Também um governo que transporte coletivo tem eficiência mais 92% e invejado ate pra cidades do sul do Brasil.

 O Moa é o supra-sumo da incompetência e tem tido problemas sérios com a sua administração, mas tem uma “aprovação fantástica” também. É o “milagre da multiplicação” que faria inveja a qualquer santo!

Esta pesquisa contraria tudo o que se sabe até hoje sobre marketing governamental e também sobre marketing eleitoral. Governante que tem mais de 60% de aprovação popular não perde eleição, nem ele mesmo e nem quem ele apóia ostensivamente, como foi o caso do Prefeito  Menezes  com o Assunção e com o Galo e a presidenta  Dilma. Não combina aprovação alta com votação baixa ou uma perda tão grande votos como aconteceu com Presidente Dilma .

Apoiada por um Prefeito que tem uma “aprovação fantástica” – 65,71% – não pode perde apenas em um município onde e considerado o berço do PT na Bahia onde a média no Estado fico em torno de  70,85% Presidente e em Conquista ter apenas 44,09% votos. Nenhum analista ou cientista político seria capaz de explicar um “fenômeno” tão negativo. É a negação de tudo o que se sabe não apenas no Brasil, mas no mundo, sobre marketing. Deste instituto  deveria ter colocado outras informações da pesquisa.

Não sei a quem o Prefeito está tentando enganar com esta pesquisa. Ele sabe que ela não revela a verdade porque os resultados negativos estão aí mesmo. As reclamações se multiplicam. A insatisfação é geral. As seções de Cartas dos jornais da cidade nunca estiveram tão concorridas. O funcionalismo não agüenta mais tanto desrespeito e tanta humilhação. Faltam remédios. Faltam médicos nos PSF. Faltam leitos nos hospitais. E o Hospital  Crescêncio Silveira com 60 leitos o prefeito nada fez , e o Hospital ESAU MATOS que ganho tantos prêmios que tanto orgulho deu pra nossa cidade e ate mesmo o Brasil hoje não tem mais valor e pode ser lançado a cova da privatização Inconstitucional,declarada pela procuradoria geral da união que nada mais e  um dos guardião constituição .

 

Como explicar que a aprovação do Prefeito seja tão grande. Acredite quem quiser. Ainda há gente que acredita em tanta coisa inacreditável que também deve ter gente que acredita nesta pesquisa, pelo menos por conveniência ou pela necessidade de tentar sobreviver politicamente. A melhor pesquisa será feita no dia 07 de outubro de 2012 e vai decidir o futuro da cidade de Vitoria da conquista  e o destino que será dado aos atuais donos do poder. 2012 é logo ali!

POR MIGUEL REALE

Em poucos países a classe política se distingue por sua alta categoria ética e cultural. No Brasil, ela em geral é mal vista, podendo-se dizer que a política é geralmente considerada atividade desabonadora para quem nela milita.

Uma situação dessa natureza põe em risco a causa democrática, pois esta tem nos políticos uma de suas bases primordiais, por serem os representantes da coletividade na órbita do Estado, dos vereadores aos senadores. Daí a necessidade de seu estudo. LEIA MAIS »

Por Cleyton Carlos Torres

Das múltiplas facetas que possui o jornalismo e as muitas que estão sendo construídas e desenvolvidas com a inserção do digital nesse meio, podemos destacar uma orientação midiática pautada por blogs de nicho, especializados em determinados assuntos e, com isso, formadores destacáveis de opinião, assim como podemos evidenciar blogs analíticos que necessitam de uma visão mais ampla de uma informação, oferecida pelos grandes meios. LEIA MAIS »

Economista, Ex-consultor Econômico do Banco Central do Brasil.

A palavra “crise” significa situação perigosa e anormal. Logo, falar em crise na economia, como tem ocorrido ultimamente, nos assusta. Apesar de o epicentro desse problema estar longe de nós, brasileiros, causa-nos arrepios, pois não estamos imunes ao contágio em face das fortes interligações entre as economias nessa era da globalização. A verdade é que a economia mundial atravessa momentos difíceis. LEIA MAIS »

Por Esdras Silveira

Muitas são as especulações e sensacionalismos que permeiam o ano de 2012. Pra se ter uma ideia, tem até profecia afirmando a possibilidade da extinção da raça humana. Verdade ou não, o fato é que do resultado eleitoral os brasileiros tomarão conhecimento ainda em outubro (2012), segundo o calendário divulgado pelo TSE. Talvez seja esta a ansiedade ou, pelo menos, a principal curiosidade de muitos conquistenses acerca de quem será o próximo prefeito de Vitória da Conquista, caso o mundo não acabe. Se a tese de que não existe eleição ganha é verdade, e creio que é, em Conquista tenho uma impressão ainda maior de que nada está definido. Nada mesmo! Nomes de peso como o do Prefeito Guilherme Menezes, do Deputado Jean Fabrício e do Radialista Herzem Gusmão, dentre outros, se colocam na disputa. LEIA MAIS »

Prof. Dr. Reginaldo de Souza Silva – Departamento de Filosofia e Ciências Humanas, coordenador do Núcleo de Estudos da Criança e do Adolescente – NECA/UESB. Email: necauesb@yahoo.com.br

Nossa conversa começou no ano 1960, mas eu não consegui falar muita coisa… Hoje retomo minhas idéias e minhas lembranças para contar-lhe muitas coisas que permanecem no meu coração. Peço que me perdoe se eu não conseguir com estas palavras expressar tudo que vivi e senti. Sei que muitos que vivem no “norte”, como dizem os paulistas ao se referirem aqueles oriundos da região nordeste do país, sofrem dia após dia pela falta da água, da terra, do alimento e, hoje, pela falta de segurança e garantia de educação de qualidade para todos. LEIA MAIS »

Parece que a atitude da presidenta Dilma nos episódios de corrupção eclodidos em dois dos seus ministérios, tem tirado das tocas assustados ratos que além das travessuras com o dinheiro público, ficaram valentes e agrediram um jornalista no interior de um restaurante em Brasília.

A Revista Veja desta semana publica matéria sobre o assunto, com o título “O Homem da Mala”, que revela as traquinagens do lobista Julio Fróes, que se diz amigo do ministro Wagner Rossi e pinta e borda no Ministério da Agricultura. O tema também foi enfocado em editorial da Veja, que em sua Carta ao Leitor demonstra a indignação dos jornalistas brasileiros com “A agressão do ‘doutor’ Júlio”. Uma alusão ao agressor, entrevistado na oportunidade.

“No final da tarde da última quinta feira, o editor Rodrigo Rangel, da sucursal da revista na capital do país, cumpria uma das obrigações elementares do bom jornalismo: ouvir o outro lado da história…” assim o assunto da agressão é abordado no editorial.

Em dado momento da entrevista, onde o jornalista tentava entender a razão de tantos privilégios narrados na extensa reportagem na página 64 da mesma revista, o suposto lobista Julio Fróes, que mantém sala secreta no ministério, paga propina a funcionários, redige contrato em interesse próprio e, confrontado com os fatos, diz ter gravações que comprometem o nº 2 do ministério, resolve espancar o profissional de imprensa. Fróes aplicou-lhe uma gravata e desferiu joelhadas na barriga e no rosto de Rangel, para fugir em seguida. O ato de vandalismo foi testemunhado por inúmeros clientes do restaurante e comunicado à polícia. LEIA MAIS »

Wagner Vilaron – O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO – Nos bastidores do futebol, o discurso dos dirigentes da Fifa é bem diferente daquele feito diante dos microfones. Durante os eventos que antecederam o sorteio das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2014, sábado, na Marina da Glória, no Rio, a diretoria do Corinthians teve a garantia de que o jogo de abertura do Mundial será realizado em seu estádio, em fase de construção no bairro de Itaquera.

Veja também:
Estágio atual de preparação do Brasil para a Copa contraria discurso de Dilma Para a opinião pública, porém, o secretário-geral da entidade, Jérôme Valcke, passa informações diferentes. “Ainda estamos analisando essa situação (da abertura). Vamos deixar para resolver isso apenas em outubro”, afirmou, durante entrevista coletiva. A CBF adota tom semelhante.

Ao mesmo tempo que evita confirmar a informação, Valcke deixa nas entrelinhas que São Paulo é a cidade favorita para receber o evento, como sempre foi. “Sabemos do poder financeiro, comercial e político de São Paulo. Trata-se de uma das maiores cidades do mundo e uma abertura de Copa do Mundo precisa de uma estrutura que poucas cidades têm”, observou o dirigente.

O presidente Andres Sanchez já trabalha sabendo que a Seleção Brasileira fará sua primeira apresentação no Mundial de 2014 no Itaquerão, dia 13 junho (veja detalhes na edição desta terça-feira de O Estado de S. Paulo)

Renailda Ferreira Cazumbá – Professora da UNEB

Começo trazendo à tona uma assertiva dita por um grande amigo, professor e poeta: “Cada vez mais rebentam por toda parte movimentos de re-avivamento das tradições e manifestações culturais dos sertões”. Miguel Almir (UEFS), quando fala das manifestações culturais nordestinas, afirma que em todo lugar há uma onda crescente de retomada dessas tradições e, cada vez mais, surgem grupos culturais que relêem e retomam a tradição e pessoas que a apreciam, afirmando-a positivamente. LEIA MAIS »

Dora Kramer – O Estado de S.Paulo

É claro que a nova ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, pode surpreender. É uma hipótese remota, mas não é impossível que ela se saia bem na função de administrar apetites, humores e armadilhas de uma base parlamentar ampla, abrigo do maior ninho de cobras criadas da República.

A tarefa inicial é dura: desfazer a primeira impressão de que a presidente Dilma Rousseff só quis afirmar autoridade e confrontar os aliados, escolhendo uma colecionadora de arestas. Não por outro motivo a não ser a aposta de que não há o menor risco de dar certo, Ideli recebeu elogios da oposição. LEIA MAIS »

Ruy Barbosa previu que um dia o homem teria vergonha de ser honesto, de tanto desonrar a sua palavra e se envolver em falcatruas, mas não previu nem imaginou que um dia o Ministério da Educação fosse admitir escrever errado. Pois é, agora o MEC ensina que escrever errado é o correto como “nós pega o peixe”, “nós vai votar” e “os livro não presta mais”.
Na concepção da cartilha, agora falar e escrever correto passa a ser preconceito, discriminação e pedantismo. Também roubar não é mais errado e dois mais dois vão ser cinco. Político deve ser safado, e a alienação é uma virtude de nossa gente. Na geografia, o Brasil pode ser localizado na Europa, ou na África, se o cara achar por bem. Nada de contrariar o errado, senão o cara pode ser processado como criminoso. LEIA MAIS »

Fonte: “Mídia Sem Máscara” – Publicado no jornal O Estado.

Bruno Pontes é jornalista

Como disse Paulo Francis, houve um tempo em que a educação era a transmissão de um acúmulo de conhecimentos. “Hoje, é uma adulação da juventude, que supostamente deve fazer o que bem entende”, lamentou o jornalista dez anos atrás. LEIA MAIS »

Considerando as dificuldades apresentadas pelo governo da Bahia na condução política de sua administração (demonstradas pelo número excessivo de equívocos em suas ações), nós, professores das universidades estaduais da Bahia, apresentamos a SÉRIE AULAS destinadas ao Exmo. Sr. Governador da Bahia Jaques Wagner, cujo objetivo é ensinar, de forma sucinta e bem fácil, alguns conceitos básicos fundamentais de como estabelecer relações democráticas com os setores estratégicos de uma sociedade civilizada. LEIA MAIS »

* Prof. Dr. Reginaldo de Souza Silva

É de conhecimento de toda população baiana a crise gerada pelos Decretos, Portarias e falta de cumprimento da palavra da atual administração do Estado da Bahia. Assim, professores das quatro universidades estaduais (UESB,UESC, UEFS e UNEB) apoiada pelos alunos e funcionários, tem acirrado os ânimos em busca da ética, da honestidade e acima do tudo do interesse público.

Em pleno século XXI o descalabro da educação pública em nosso Estado nunca deu para esconder, agora qualquer cidadão desempregado ou não, com filho na escola pública ou não, não tem coragem de dizer “Aqui tem Qualidade”. Ninguém é capaz de afirmar que não é justa as reivindicações do movimento em prol de uma educação pública, de qualidade, democrática e socialmente referenciada, pois o quadro de contingenciamento de despesas públicas, no setor da educação, da saúde e segurança pública, representam o caos, a falta de política, a cópia de decisões em nível federal sem a contextualização, portanto, a essência da justificativa da existência do Estado está falindo, o bem comum. LEIA MAIS »

*      Genivan Silva Neri.

 

A crise gerada pela decretação da Greve dos professores da UESB, no inicio do, mês de abril e apoiada pelos alunos e funcionários daquela instituição, posteriormente seguida pelas demais universidades estaduais, tem acirrado os ânimos e causado desconforto e professores estudantes e a comunidade em geral.

Em primeiro lugar é necessário reafirmar a justeza das reivindicações do movimento de professores, frente a um quadro de contingenciamento de despesas públicas, no      setor da educação que juntamente com o da saúde e o da segurança pública, representam a essência da justificativa da existência do Estado. No caso da Bahia, especificamente, que apresenta indicadores pouco animadores, retirar recursos das universidades, significa adiar o enfrentamento real da problemática.

Proibir por meio de decreto que os professores participem de programas de mestrado e doutorado, é simplesmente o fim da picada para profissionais que apostaram em carreira em uma instituição que, nos últimos 30 anos contribuiu de maneira decisiva para mudar a face da nossa região, a partir da qualificação de pessoas para o mercado de trabalho e até para o serviço público.

 

Cortar salários de professores com menos de 20 dias de greve, também não contribui para a solução do impasse, é como se em outras palavras, fossem dados golpes abaixo da linha da cintura, ou tentado atingir o estômago de uma classe média já espezinhada pela carga tributária do estado brasileiro que nos faz trabalhar quase que “na meia” com o governo; e pelos apelos excessivos ao consumismo feitos pela propaganda da indústria e do comercio no Brasil, que de certo modo  escraviza a todos nós.

Se a greve nas universidades tivesse acontecido em outros setores da economia, onde o prejuízo recaísse na arrecadação de impostos ou na redução de atividade econômica, certamente uma solução já teria sido encontrada.

Li diversos artigos escritos por professores da UESB e publicados em blogs da cidade e no próprio Blog da Greve, capazes de demonstrar a profundidade do conhecimento ali produzido.

Procurei uma linha escrita por qualquer um dos  reitores frente à crise gerada pela greve, não consigo compreender o papel dessas figuras, que deveriam estar no papel de ponta de lança da intermediação entre o governo e o movimento. Parece que existe um pacto, – “vamos cobrar de todo mundo, más não toquem em nossos reitores”.

Diversos colegas professores uesbianos ocupam cargos de destaque no Governo Jaques Wagner, além da posição do Professor José Raimundo e Fabrício Falcão, deputados estaduais e do Professor Waldenor Pereira, deputado federal. Todos além de ligados à UESB, integram a “escola de governo” iniciada com o projeto político dos partidos PT,PSB e PC do B, iniciado em 1997, e que conduziu tão bem a cidade até este momento.

Para se ter uma idéia da representatividade dos quadros de Conquista no governo Jaques Wagner, quando se fala que aluem é de nossa cidade, dizem “ – lá vem mais um da Republica de Conquista. Qualquer um dos outras 416 municípios da Bahia  se tivesse os quadros que temos no Governo, estaria fazendo festa para comemorar.

Recuso-me a acreditar que qualquer um dos nossos, que estão no Governo Jaques Wagner, estão de braços cruzados, ou de olhos fechados, ou ainda, que de uma hora para outra, transformaram-se em algozes ou inimigos dos nossos interesses, a ponto de serem merecedores de Carta de Repúdio, ou terem os nomes estampados em out-door como traidores.

Participar de um governo exige, antes de qualquer coisa, exige companheirismo e cumplicidade, as contradições internas existem e são objeto de conflito de interesses, entretanto, um Governo precisa ter voz uníssona. A ação é de bastidores, anônima e nem sempre os interesses são contemplados na integra.

José Raimundo, Waldenor Pereira, Fabrício Falcão, Aderbal Castro, Wilton Cunha Célia Tanajura, César Lisboa, José Carlos Oliveira, Elias Dourado, Emilson Piau, Geraldo Reis e outros que possa ter esquecido de citar, são nossa presença no Governo da Bahia, estão empenhados em buscar uma solução para os problemas de nossa universidade, é melhor fortalecê-los.

Por mais justas que sejam as reivindicações do movimento, é bom lembrar que nunca encontramos facilidades, agora não poderia ser diferente. Repudiar pessoas participantes das entranhas da nossa UESB é um ato de injustiça, de ingratidão, de arrogância  e que além de não representar o pensamento da sociedade conquistense  não contribui em nada para resolver de fato o problema.

Vitória da Conquista,14 de Maio de 2011

*Professor Licenciado em História pela UESB, integrante da Rede Estadual de  Ensino da Bahia, Dirigente do Partido Socialista Brasileiro na Bahia.

 

 

PROFESSOR RUZEL COSTA

Como vivemos em uma sociedade capitalista e de certa forma em um círculo vicioso, com as datas comemorativas, o segundo domingo de maio, foi consagrado para “homenagear” as (muitas vezes esquecidas?) mães. A mídia anuncia promoções, sugestões de presentes: eletrodomésticos, eletrônicos, celulares, jóias, roupas, calçados e até automóveis. Mostra também filhos jovens e alegres presenteando suas belas e jovens genitoras. LEIA MAIS »

Prof. José Rubens Mascarenhas de Almeida : O Governo neocarlista do PT baiano adotou, há alguns anos atrás, frente à livre manifestação política daqueles que se opõem ao seu modo de governar, a prática “anacrônica” do fascismo, ao apelar para o corte de salários das categorias que fazem uso da greve como instrumento político. Nada que a História não possa explicar.

O Fascismo foi um regime político implantado por Benito Mussolini na Itália na segunda década do século XX e tinha como emblema um machado cujo cabo era rodeado por um feixe (por isso fascio) de varas que, por sua vez, fora também uma insígnia dos antigos lictores romanos (oficiais que serviam aos magistrados romanos, no seu imperium). LEIA MAIS »

Nestas Rapidinhas, Evandro Matos condena o ataque às torres gêmeas, nos Estados Unidos, em 2001, creditado a Bin Laden, mas lembra que, via de consequência, os norte-americanos tinham muitas contas a pagar.

Ele detalha o episódio, trazendo-o para a sala de aula, quando ainda iniciava o curso de Jornalismo. Confira.

Revolução na sala

O tempo passa tão rápido que nem damos conta do que acontece em nosso derredor. Na noite de 11 de setembro de 2001 – parece ontem -, com o ataque ás torres nos Estados Unidos, Bin Laden deu um susto no mundo inteiro e provocou uma revolução dentro da minha sala, em Salvador, onde iniciava os primeiros passos do curso de Jornalismo.

O mundo parou

O ataque às torres gêmeas, nos EUA, foi uma ação ousada e certamente planejada pelo líder da Al-Qaeda. Lá, o mundo parou diante da violência; cá, a nossa sala parou, perturbada, sem saber ainda lidar com as noticias, mesmo que essa fosse a mais importante daquele dia…

Armado com bodogue

Éramos 54, ao todo, e sonhávamos com um mundo de ilusões. No meio do caminho, contudo, outros Bin Ladens da vida foram subtraindo os nossos colegas, até fecharmos a caminhada com apenas 13 formandos. Por sorte, armado com o meu bodogue trazido da fazenda Guedes, enfrentei todos os desafios e fiquei entre os sobreviventes.

Um amado nos States

A partir daquele dia, o mundo mudou. Uma colega de curso, de nome Roberta, com gente do seu coração morando nos Estados Unidos, não parava na sala e não se concentrava para as aulas. Nós, todos, curiosos, também vivenciávamos indiretamente aquela tragédia.

Vários mortos

Roberta telefonava para o amado, que não fora atingido, e repassava as informações para a turma. Parece que aquelas imagens terríveis estavam à nossa frente. “Já morreram várias pessoas, tem muitos desaparecidos e o país está atordoado”, diziam as primeiras mensagens chegadas, mostrando para todos nós como seriam os primeiros passos de uma reportagem.

Potência nocauteada

Encerradas as aulas daquele dia, fomos todos para as nossas casas. Na TV, as imagens eram reproduzidas insistentemente. Mas, nada diferente do que as nossas mentes anteciparam. A potência foi desafiada, ou melhor, a potência foi nocauteada.

Mágoas antigas

O ato de Bin Laden foi extremamente desumano, matando 3 mil inocentes por conta de uma guerra internacional. Por tamanha violência, até mágoas antigas que carregávamo dos Estados Unidos foram perdoadas. Era como se também fôssemos um soldado que “amava os Beatles e os Rolling Stones”. Em síntese, ficamos solidários com os “irmãos” norte-americanos.

Fatos históricos

Contudo, o ato do líder da Al-Qaeda não apagou crimes históricos que a maior potência do mundo cometeu, como a destruição de Hiroshima e Nagasaki (Japão), na Segunda Guerra Mundial, a invasão do Iraque, em 2001, e o ataque a inocentes durante a Guerra do Vietnã, no final de década de 1960.

Luta do faz de conta

Portanto, reafirmamos a nossa emoção daquele dia na sala de aula, de solidariedade aos americanos, mas não podemos deixar de registrar que tudo não passa de uma história com vários desdobramentos, marcada por interesses politico-comerciais. Por isso não dá para comprarmos cegamente o discurso do presidente Barack Obama de que “a luta não é contra o islamismo, mas contra o terrorismo”.

Guerra em nome farsa

Pode ser. Mas não dá para associar combate ao terrorismo com o massacre aos inocentes vietnamitas, aos povos do Oriente Médio e a tantas outras nações que já foram invadidas e intimidadas em nome da “Paz”. E é bom dizer logo aos ingênuos – que admiram a potência ardorosamente -, que a dita “paz” é pelo comércio das armas ou pela luta das ricas terras do petróleo. Ou seja, é uma guerra em nome da paz, que nunca vem. Por que não convém.

Por Evandro Matos – especial para o Interior da Bahia

Por José Maria Caires

O aeroporto de Vitória da Conquista, cada dia mais próximo, apesar de ser uma reivindicação antiga, nos últimos anos houve uma grande evolução no andamento da concretização do sonho da região.

Com:

1-recursos assegurados no orçamento, 2-área definida e em processo de desapropriação, 3-projeto executivo concluído, 4-licença ambiental em fase de conclusão, resta agora, mais uma vez a união de todos os segmentos para cobrar do Governo agilidade no edital de Concorrência Pública para contratação da empresa de Construção. LEIA MAIS »

Minha filha Tatiana me deu mais de uma centena de audiobooks, minicassetes em inglês, abarcando não só as obras primas em língua inglesa como romances policiais e romances ligeiros. Comecei a ouvi-los, empolgado tanto com as narrativas como com a atuação perfeita de narradores ou elencos profissionais mais extensos. Lembrei-me das antigas radionovelas, que há decênios atrás, eu ouvia com minha avó, na Rádio São Paulo. Só que os audiobooks são narrados de maneira episódica, pouco nos permitindo deduzir sobre o estilo do autor ou qual a sua arquitetura de texto. No mais, a experiência é bem gratificante. LEIA MAIS »

 

Por Ricardo De Benedictis

Sabemos que o assunto é polêmico, que não devemos generalizar e que existem certas denúncias que nos expõem a muitos dissabores e riscos, quando necessitamos de atendimento médico.
Posso adiantar que não escrevo este artigo com alegria. Tenho um bom Plano de Saúde, o que me garante atendimento especial. Portanto, não falo em causa própria, mas em nome dos milhares de seres humanos que, diariamente, são transportados de ambulâncias, muitas delas imprestáveis, pelas nossas estradas mal sinalizadas e esburacadas, e que, ao chegarem aos hospitais, são humilhados, maltratados e relegados como trapos humanos, a longas horas de espera, quando não são dispensados para que procurem outro hospital da rede pública. LEIA MAIS »

Por “Aluna da UESB”*

Funciona assim: de tempos em tempos alguns estudantes da UESB reúnem-se em nome do Movimento Estudantil. Cobram melhorias na educação, na alimentação, no transporte, na moradia… Até ai o Movimento é legítimo, comprometido com a comunidade acadêmica e digno de respeito. Dois ou três meses depois o Movimento estudantil volta a hibernar e as coisas voltam ao “normal”.
Há alguns dias representantes do Movimento Estudantil da UESB têm tentado protestar contra os desmandos absurdos do governo Wagner na Bahia. O decreto 12.583, por exemplo, leva as Universidades a total ruína, impedindo a contratação de professores substitutos, cortando a verba para educação, entre outros tópicos. LEIA MAIS »

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