Os professores da rede municipal de ensino de Jequié continuam em greve desde segunda-feira. A categoria pressiona a Prefeitura a pagar o piso nacional de R$ 950. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado da Bahia (APLB), outra reivindicação é que as eleições de diretores dos colégios municipais sejam feitas de forma direta. Na última terça-feira (27), os grevistas ocuparam as dependências da Câmara Municipal de Jequié e entoaram músicas e palavras de ordem, além de vaiarem os sete vereadores presentes na sessão, em protesto contra a não realização da sessão.
Nesta quinta-feira (20), verificado o quorum regimental, o presidente da Câmara, vereador Ednael Almeida pode abrir a sessão. A secretaria da Mesa começou o Pequeno Expediente fazendo a leitura da correspondência oriunda do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado da Bahia (APLB), que após relatar as conquistas da categoria desde a Carta Magna de 1988, e das dificuldades de negociação com o Poder Executivo, finalizou com o apelo para que os vereadores faça a intermediação das negociações.
Embora ainda com as vaias ressoando em seus domínios os vereadores se dispuseram a acolher a causa. Deyvisson Batista e José Wanderlei Moura, saíram em defesa da categoria. O presidente da Casa, Ednael Almeida concluiu os trabalhos sob aplausos pela condução da sessão, também por abrir espaço para o pronunciamento da presidente da APLB, Claudenice Santana, e pela conclamação para que os vereadores servissem de interlocutores entre a classe e o prefeito Luiz Amaral.
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Estive lá e não teve vai alguma…só vcs ouviram????????
estive lá e não ouvi vaia alguma…só vcs ouviram?????